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MAZZAROPI

 

Amacio Mazzaropi nasceu em São Paulo/SP, em 09 de abril de 1912.
Filho de Bernardo Mazzaroppi, imigrante italiano e Clara Ferreira, portuguesa, com apenas dois anos de idade sua família
muda-se para Taubaté, no interior de São Paulo. O pequeno Amácio passa longas temporadas no município vizinho de Tremembé, na casa do avô materno, o português João José Ferreira, exímio tocador de viola e dançarino de cana verde. Seu avô também era animador das festas do bairro onde morava, às quais levava seus netos que, já desde cedo, entram em contato com a vida cultural do caipira, que tanto inspirou Mazzaropi.
Em 1919, sua família volta à capital e Mazzaropi ingressa no curso primário do Colégio Amadeu Amaral, no bairro do Belém. Bom aluno, era reconhecido por sua facilidade em decorar poesias e declamá-las, tornando-se o centro das atenções nas festas escolares. Em 1922 morre o avô paterno e a família muda-se novamente para Taubaté, onde abrem um pequeno bar. Mazzaropi continua a interpretar tipos nas atividades escolares e começa a frequentar o mundo circense. Preocupados com o envolvimento do filho com o circo, os pais mandam Amácio aos cuidados do tio Domenico Mazzaroppi em Curitiba, onde trabalha na loja de tecidos da família.
Já com quatorze anos, em 1926, regressa à capital paulista ainda com o sonho de participar em espetáculos de circo e, finalmente, entra na caravana do Circo La Paz. Nos intervalos do número do faquir, Mazzaropi conta anedotas e causos, ganhando uma pequena gratificação. Sem poder se manter sozinho, em 1929 Mazzaropi volta a Taubaté com os pais, onde começa a trabalhar como tecelão, mas não consegue se manter longe dos palcos e atua numa escola do bairro.
Com a Revolução Constitucionalista de 1932 segue-se uma grande agitação cultural e Mazzaropi estreia em sua primeira peça de teatro, chamada A herança do Padre João. Já em 1935, consegue convencer seus pais a seguir turnê com sua companhia e a atuarem como atores. Em 1940, monta o Circo Teatro Mazzaropi e cria a Companhia Teatro de Emergência.
Até 1945, a Troupe Mazzoropi percorre muitos municípios do interior de São Paulo, mas não há dinheiro para melhorar a estrutura da companhia.
Com a morte da avó materna, Dona Maria Pita Ferreira, Mazzaropi recebe uma herança suficiente para comprar um telhado de zinco para seu pavilhão, podendo assim estrear na capital, com atuações elogiadas por jornais paulistanos. Depois, parte com a companhia em turnê pelo Vale do Paraíba. A grave situação de saúde de seu pai complica a situação financeira da companhia de teatro e, em 8 de novembro de 1944, morre Bernardo Mazzaroppi.
Dias após a morte de seu pai, estréia no Teatro Oberdan ao lado de Nino Nello, sendo ator e diretor da peça "Filho de Sapateiro, Sapateiro Deve Ser", acolhida com entusiasmo pelo público.
Em 1946, convidado por Dermival Costa Lima da Rádio Tupi, estréia o programa dominical "Rancho Alegre", encenado ao vivo no auditório da emissora no bairro do Sumaré e dirigido por Cassiano Gabus Mendes. Em 1950, este mesmo programa estreou na TV Tupi, mas agora contava com a coadjuvação dos atores João Restiffe e Geny Prado. Mazzaropi tinha um hobby, gostava de cantar valsa, MPB e seresta com os seus amigos.
Abílio Pereira de Almeida, então produtor e diretor da Vera Cruz, procura um tipo diferente e curioso para estrelar uma comédia. Quando vê Mazzaropi na televisão, não tem dúvida e contrata-o para atuar em “Sai da Frente” (1952). O sucesso popular é tanto que Mazzaropi acaba se dedicando praticamente ao cinema. Participa de oito filmes como ator contratado e, em 1958, funda a PAM FILMES (Produções Amacio Mazzaropi). A partir daí, passa a produzir e dirigir seus filmes, sendo sua primeira produção “Chofer de Praça”, em que ele emprega todas as suas economias. Com o filme pronto, falta dinheiro para fazer as cópias. Pega seu carro e sai pelo interior afora fazendo shows até conseguir arrecadar a quantia necessária. O filme estréia e faz muito sucesso. O pano de fundo de quase todos os seus filmes é sempre uma fazenda, primeiro emprestada e depois a sua própria, chamada Fazenda da Santa, em Taubaté, onde monta seus estúdios. Ali atravessa sua mais fértil fase e produz seus melhores filmes como “Tristeza do Jeca” (1961) e “Meu Japão Brasileiro” (1964).
Em 1959 é convidado por José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, mais conhecido como Boni, na época da TV Excelsior de São Paulo, a fazer um programa de variedades que fica no ar até 1962. Neste mesmo ano começa a produzir um de seus filmes mais famosos, Jeca Tatu, que estréia nos cinemas no ano seguinte.
Com o tipo “JECA”, o caipira de fala arrastada, tímido, mas cheio de malícia, arrasta multidões aos cinemas. Lança um filme por ano e sempre em 25 de janeiro, aniversário de São Paulo, e no Cine Art-Palácio, que ele adota para lançamento das películas, pois o dono do cinema foi o que mais lhe apoiara no início da carreira de produtor. Fica milionário e paralelamente produz leite também, sendo um dos maiores fornecedores da Empresa Leite Paulista. No início dos anos 70 constrói novos estúdios e um hotel, também em Taubaté.
Artista nato e empresário com muito tino comercial, é também desconfiado e solitário. Nunca se casou, mas tem um filho adotivo, Péricles, que o ajuda na produção dos filmes.
Depois de 26 dias internado, Mazzaropi morre, vítima de um câncer na medula óssea aos 69 anos de idade no hospital Albert Einstein de São Paulo, em 13 de junho de 1981, logo após iniciar sua 33ª produção, “Jeca e a Maria Tromba Homem”.
Foi enterrado na cidade de Pindamonhangaba, no mesmo cemitério onde seu pai já repousava.
O império que constrói é dilacerado pelos herdeiros após sua morte, com todos os seus bens indo à leilão, inclusive os filmes.
Em 1994 é inaugurado o Museu Mazzaropi.
O Hotel-Fazenda onde está seu estúdio, continua existindo, agora, com o nome de HOTEL FAZENDA MAZZAROPI com um acervo de mais de seis mil peças.
Mazzaropi é sem dúvida o maior comediante do cinema brasileiro. Seu nome é sinônimo de sucesso e respeito por todos, inclusive os críticos, que não gostam de seus filmes, mas se rendem ao seu talento. Construiu um estilo que será sempre imitado, mas jamais superado.

 

Texto: Sandra Cristina Peripato

 

DISCOGRAFIA

 

78 ROTAÇÕES

 


1954 - RCA VÍCTOR - Nº 80-1255
A - O que Ouro Não Arruma - Mário Vieira
B - Meu Policarpo - Mara Lux e Reinaldo Santos

 

10/1955 - RCA VÍCTOR - Nº 80.1497
A - Cai Sereno - Elpídio dos Santos e Conde
B - Dona do Salão - Elpídio dos Santos e Conde

 

1956 - RGE - Nº 10.012
A - Nhá Carola (Hudson Gaya "Petit"
B - Na Piscina da Madame - Elpídio dos Santos e Matias da Cruz "Conde"

 

12/1958- CHANTECLER - Nº 78-0059
A - Não Chores Mais - Bolinha
B - Izabé - Bolinha

 

02/1960- RGE - Nº 10.211
A - O Azar é Festa - Ado Benatti e Zé do Rancho
B - Fogo no Rancho - Elpídio dos Santos e Anacleto Rosas Júnior

 

05/1961- CHANTECLER - Nº 78-0452
A - Saudade - Bolinha
B - Jóia do Sertão - Eli Silva e César Brasil

 

 

LPs e CDs

 

OS GRANDES SUCESSOS DE MAZZAROPI - 1968 - RCA CAMDEN - CALB-5158   
01) Dor da Saudade - Elpídio dos Santos - do Filme "Casinha Pequenina"
02) Fogo no Rancho - Elpídio dos Santos e Anacleto Rosas Júnior - do Filme "Jeca Tatu"
03) O Azar é Festa - Zé do Rancho e Ado Benatti - do Filme "Jeca Tatu"
04) Meu Burrinho - Elpídio dos Santos - do Filme "O Corintiano"
05) Sopro do Vento - Elpídio dos Santos - do Filme "Tristeza do Jeca"
06) Ingratidão - Elpídio dos Santos - do Filme "Meu Japão Brasileiro"
07) Jeca Magoado - Elpídio dos Santos - do Filme "O Jeca e a Freira"
08) Alma Solitária - Elpídio dos Santos - do Filme "O Lamparina"
09) Lamparina do Nordeste - Elpídio dos Santos - do Filme "O Lamparina"
10) Coração Amigo - Ely Silva e César Brasil - do Filme "As Aventuras de Pedro Malazarte"
11) Jóia do Sertão - Elpídio dos Santos - do Filme "Zé do Periquito"
12) O Linguiceiro - Elpídio dos Santos - do Filme "O Vendedor de Linguiça"

OS GRANDES SUCESSOS DE MAZZAROPI - VOLUME 01  
01) Dor da Saudade - Elpídio dos Santos - do Filme "Casinha Pequenina"
02) Fogo no Rancho - Elpídio dos Santos e Anacleto Rosas Júnior - do Filme "Jeca Tatu"
03) O Azar é Festa - Zé do Rancho e Ado Benatti - do Filme "Jeca Tatu"
04) Meu Burrinho - Elpídio dos Santos - do Filme "O Corintiano"
05) Sopro do Vento - Elpídio dos Santos - do Filme "Tristeza do Jeca"
06) Ingratidão - Elpídio dos Santos - do Filme "Meu Japão Brasileiro"
07) Jeca Magoado - Elpídio dos Santos - do Filme "O Jeca e a Freira"
08) Alma Solitária - Elpídio dos Santos - do Filme "O Lamparina"
09) Lamparina do Nordeste - Elpídio dos Santos - do Filme "O Lamparina"
10) Coração Amigo - Ely Silva e César Brasil - do Filme "As Aventuras de Pedro Malazarte"
11) Jóia do Sertão - Elpídio dos Santos - do Filme "Zé do Periquito"
12) O Linguiceiro - Elpídio dos Santos - do Filme "O Vendedor de Linguiça"
13) Exemplo de Humildade - Mazzaropi e H. L. Feita - do Filme "Jeca Contra o Capeta"

 

LUAR DO SERTÃO - 2000 - BMG   
01) Fogo no Rancho - Elpídio dos Santos e Anacleto Rosas Júnior
02) Dor da Saudade - Elpídio dos Santos
03) O Azar é Festa - Zé do Rancho e Ado Benatti
04) Meu Burrinho - Elpídio dos Santos
05) Sopro do Vento - Elpídio dos Santos
06) Ingratidão - Elpídio dos Santos
07) Lamparina do Nordeste - Elpídio dos Santos
08) Alma Solitária - Elpídio dos Santos
09) Cai Sereno (Na Rama da Mandioquinha) - Elpídio dos Santos e Conde
10) Meu Policarpo - Mara Lux e Reinaldo Santos
11) Dona do Salão - Elpídio dos Santos e Conde
12) Jeca Magoado - Elpídio dos Santos
13) O Linguiceiro - Elpídio dos Santos
14) O que o Ouro Não Arruma - Mário Vieira

 

FILMOGRAFIA

 

SAI DA FRENTE - 1952

Ficha Técnica:

Título Original: Sai da Frente
Gênero: Comédia
Duração: 80 min.
Lançamento (Brasil): 25/06/1952, Cine Marabá e circuito 12 salas, SP
Estúdio: Estúdios da Vera Cruz (São Bernardo do Campo)
Distribuição: Columbia Pictures do Brasil
Direção: Abílio Pereira de Almeida
Assistente de direção: Carlos Thiré, Toni Rabatoni e Gallileu Garcia
Roteiro: Abílio Pereira de Almeida e Tom Payne
Produção: Pio Piccinini, Vera Cruz
Música: Radamés Gnatalli
Fotografia: Nigel C. (Bob) Huke
Câmera: Jack Mills
Desenho de Produção: Pierino Massenzi
Figurino: Bassano Vaccarini
Maquilagem: Valerie Fletcher
Edição: Oswald Haffenrichter, Álvaro Novaes, Mauro Alice e Germano Arlindo
Continuidade: Bernardeth Ruch

Elenco: Amácio Mazzaropi (Isidoro Colepicola), Ludy Veloso (Maria), Leila Parisi, A. C. Carvalho (Eufrásio), Nieta Junqueira (Dona Gata), Solange Rivera, Luiz Calderaro, Vicente Leporace, Luiz Linhares, Francisco Arisa, Xandó Batista, Bruno Barabani, Danilo de Oliveira, Renato Consorte, Príncipes da Melodia, José Renato, Francisco Sá, Príncipes da Melodia, Danilo de Oliveira, Bruno Barabani, Joe Kantor, Milton Ribeiro, Jordano Martinelli, Izabel Santos, Maria Augusta Costa Leite, Carlo Guglielmi, Labiby Madi, Jaime Pernambuco, Galileu Garcia, José Renato Pécora, Tony Rabatoni, Ayres Campos, Dalmo de Melo Bordezan, José Scatena, Vitório Gobbis, Olívio Melo, Martins Melo, Rosa Parisi, Carmem Muller, Annie Berrier, Nôemia Soares,
Antônio Dourado e Cão Duque (Coronel)

Sinópse: Isidoro é dono de um caminhãozinho, cujo apelido é Anastácio. Seu principal amigo é um cão chamado Coronel, interpretado pelo cão Duque, famoso astro da Vera Cruz. O filme se desenrola no decorrer de um dia. Isidoro é contratado para transportar alguns móveis para Santos. Descendo a serra pela Via Anchieta, até atingir o grande porto, Isidoro provoca inúmeras situações cômicas, que se iniciam com a descoberta de uma jovem noiva, que fugiu em pleno cortejo de seu casamento, escondida num armário.

 

NADANDO EM DINHEIRO - 1952

Ficha Técnica:

Título original: Nadando em Dinheiro
Gênero: Comédia
Duração: 90 min.
Lançamento (Brasil): 27/10/52, em circuito de 38 cinemas em São Paulo e arredores
Estúdio: Companhia Cinematográfica Vera Cruz (São Bernardo do Campo)
Distribuição: Columbia Pictures do Brasil
Direção: Abílio Pereira de Almeida e Carlos Thiré
Roteiro: Abílio Pereira de Almeida
Produção: Pio Piccinini e Vera Cruz
Música: Radamés Gnatalli
Fotografia: Nigel C. (Bob) Huke
Câmera: Jack Mills
Desenho de produção: Pierino Massenzi
Figurino: Simona de Moura
Edição: Oswald Haffenrichter, Álvaro Novais, Germano Arlindo, e Walter Vitalino
Continuidade: Maria Aparecida de Lima

Elenco: Amácio Mazzaropi (Isidoro Colepícula), Ludy Veloso (Maria), A.C. Carvalho (Eufrásio), Liana Durval, Nieta Junqueira (Xantipa), Carmem Muller, Simoni de Moura, Xandó Batista, Vicente Leporace, Elisio de Albuquerque, Nelson Camargo, Ayres Campos, Sérgio Hingst, Francisco Arisa, Jaime Pernambuco, Napoleão Sucupira, Domingos Pinho, Bruno Barabani, Jordano Martinelli, Wanda Hamel, Joaquim Mosca, Albino Cordeiro, Labiby Madi, Maria Augusta Costa Leite, Pia Gavassi, Isabel Santos,
Carlos Thiré, Oscar Rodrigues de Campos, Edson Borges, Vera Sampaio, Luciano Centofant, Maury E. Viveiros, Antônio Augusto, Costa Leite, Francisco Tamura, Angelita Monteiro e Cão Duque

Sinópse: Isidoro, depois de um acidente de carro, descobre que é herdeiro único de uma grande fortuna. Muda-se para a mansão herdada e começa a viver como milionário. Num jantar de gala descobre que as pessoas presentes à festa caçoavam de seus modos de novo rico. Isidoro começa a ter uma vida dupla, que acaba provocando uma série de confusões. Quando sua esposa decide deixá-lo, ele lhe conta de sua nova situação financeira pedindo-lhe, em vão, que volte. Triste, ele volta à sua mansão, onde é atacado por robôs que comprara de um investidor. Contudo, quando os robôs atacam, Isidoro acorda em sua pequena casa ao lado de sua mulher e filha. Nadando em dinheiro, mas ....em sonho.

 

CANDINHO - 1953

Ficha Técnica:

Título original: Candinho
Gênero: Comédia
Duração: 95 min.
Lançamento (Brasil): 25/01/1954, no cine Art Palácio e circuito de 25 salas, São Paulo
Estúdio: Companhia Cinematográfica Vera Cruz
Distribuição: Columbia Pictures
Direção: Abílio Pereira de Almeida
Assistente de Direção: Cesar Mêmolo Jr. e Léo Godoy
Roteiro: Abílio Pereira de Almeida
Produção: Cid Leite da Silva, Vittorio Cusane e Rigoberto Plothow
Música: Gabriel Migliori
Fotografia: Edgar Brasil
Desenho de produção: Antônio Gomide
Edição: Mauro Alice
Assistente de Montagem: Katsuichi Inaoka
Maquiagem: Jerry Fletcher
Continuidade: Yolanda Menezes

Canções:  "O Galo Garnisé", de A. Almeida e L. Gonzaga; "Não me Diga Adeus", de F. da Silva Correa e Luiz da Silva; "Ave Maria do Morro", de Herivelto Martins; "Vida Nova", de Borba S. Rubens; "É Bom Parar", de Rubens Soares (Copyright I. Vitali), "O Orvalho Vem Caindo", de Noel Rosa e Kid Pepe, "Mamãe eu Quero", de Vicente Paiva e e Jararaca (Copyright Mangione); "A Saudade Mata a Gente", de Antonio de Almeida e João de Barros; "IV Centenário", de Mário Zan e J. M. Alves (Copyright UBC); "O que Ouro Não Arruma", de Mário Vieira; "Meu Policarpo", de Mara Lux e Reinaldo Santos

Elenco: Amácio Mazzaropi (Candinho), Marisa Prado (Filoca), Ruth de Souza (Dª Manuela), Adoniran Barbosa (Professor Pancrácio), Benedito Corsi (Pirulito), Xandó Batista (Vicente), Domingos Terras (Coronel Quinzinho), Nieta Junqueira (Dª Eponina), Labiby Madi (Dona Hermione), Ayres Campos (Delegado), Sydnea Rossi (Dª Antonieta), John Herbert (Quincas),
Salvador Daki (Lalau), Manoel Pinto, Abílio Pereira de Almeida, Pedro Petersen, Luiz Calderaro, Nélson Camargo, Antônio Fragoso, Tito Lívio Baccarin, Maria Luiza Splendore, Eugênio Montesano, Lourenço Ferreira, Jordano Martinelli, Duque (Cão),
Artur Herculano, Figurinha (monociclo e malabares), Antônio Miro, Cavagnole Neto, Izabel Santos, China e Maria Olenewa Ballet

Sinópse: Como o Moisés bíblico, Candinho foi encontrado nas águas, só que nas águas sujas de um riacho. Ao seu lado estava um jumentinho, chamado Policarpo. Candinho e o jumento crescem juntos, mas, um dia Candinho, um pouco mais inteligente que Policarpo, convenceu-se de que a vida era muito dura: por qualquer coisa errada, era espancado pelo seu benfeitor, o proprietário da fazenda, e decide fugir para São Paulo. A grande Babel assusta os dois caipiras. Candinho conhece Filoca, uma taxi-girl por quem se apaixona. Qualquer semelhança, mesmo que vaga, com o Cândido de Voltaire é claramente intencional.

 

A CARROCINHA - 1955

Ficha Técnica:

Título original: A Carrocinha
Gênero: Comédia
Duração: 100 min.
Lançamento (Brasil): setembro 1955
Estúdio: Multifilmes S.A
Distribuição: Fama Filme Ltda e Luso Filmes
Direção: Agostinho Martins Pereira
Assistente de direção: Galileu Garcia
Argumento: Walter George Durst
Roteiro: Walter George Durst, Agostinho Martins Pereira, Galileu Garcia e Jacques Deheinzelin
Produção: Jaime Prades
Música: Enrico Simonetti
Fotografia: Jacques Deheinzelin
Desenho de produção: Franco Ceni
Edição: Lúcio Braun
Continuidade: Zélia Ianello
Letreiros: Oscar
Adestrador de cães: Jordano Martinelli

Canções: "Céu Sem Luar", de Enrico Simonetti e Randal Juliano; "Cai Sereno", de Elpídio dos Santos e Conde

Elenco: Amácio Mazzaropi (Jacinto), Dóris Monteiro (Ermelinda), Modesto de Souza (Juca Miranda), Adoniran Barbosa (Salvador), Gilberto Chagas (Alinor), João Silva (Lisboa), Aidar Mar (Clotilde), Paulo Saffioti (Teotônio), Kleber Macedo (Adalgiza),
Nicolau Sala (padre Simão), Salles de Alencar (Abel Fragoso), José Nuzzo (Tatu), Luiza de Oliveira (Dona Hortênsia),
Reinaldo Martini (Paulo), Diná Machado (tia Josefa), José Gomes (tio José), Nieta Junqueira, Galileu Garcia, Jordano Martinelli, Bento Souza, Luiz Francunha e Duque (Cão)

Sinópse: Promovido a laçador de cães por obra do prefeito de uma cidade do interior que quer livrar-se da cadelinha de estimação de sua esposa, o chefe da carrocinha se indispõe contra a população local e se apaixona por uma linda "caipirinha" que adora cachorros.

 

O GATO DE MADAME - 1956

Ficha Técnica:

Título original: O Gato de Madame
Gênero: Comédia
Duração: 90 min.
Lançamento (Brasil): 1956
Estúdio: Estúdios da Vera Cruz
Distribuição: Columbia Pictures
Direção: Agostinho Martins Pereira
Assistente de Direção: Lucio Braun
Argumento: Abílio Pereira de Almeida
Roteiro: Agostinho Martins Pereira e Abílio Pereira de Almeida
Produção: Galileu Garcia e Cinematográfica Brasil Filme Ltda
Música: Enrico Simonetti
Fotografia: Chick Fowle (Henry F. Foule)
Desenho de produção: Pierino Massenzi
Figurino: Silvio Ramirez
Edição: Mauro Alice
Assistente de edição: Lyda Sobolewska
Continuidade: Vilma R. Pereira
Canção: "Na Piscina de Madame", de Conde e Elpídio dos Santos

Elenco: Amácio Mazzaropi (Arlindo), Odete Lara (Princesa Isabel), Carlos Cotrim, Lima Netto, Gilberto Chagas, Roberto Duval,
Leo de Avelar, Henricão, Osmano Cardoso, José Nuzzo, Inaija Vianna, Jorge Petrov, José Mercaldi, Tito L. Baccarini, Aída Mar,
Cavagnole Neto, Raquel Forner, Claudionor Lima, Aristides Manzani, Reinaldo Martini, Joãozinho (o gato), Ayres Campos e Beyla Genauer

Sinópse: Um engraxate que se envolve casualmente com uma quadrilha de bandidos ao encontrar um gato perdido cuja proprietária oferece uma promissora gratificação a quem devolvê-lo.

 

FUZILEIRO DO AMOR - 1956

Ficha Técnica:

Título original: Fuzileiro do Amor
Gênero: Comédia
Duração: 100 min.
Lançamento (Brasil): 1956
Distribuição: Cinedistri
Direção: Eurides Ramos
Assistente de Direção: Hélio Costa
Roteiro: Victor Lima
Argumento: Victor Lima e Eurides Ramos
Produção: Unida Filmes, Cinelândia Filmes, Eurides Ramos, Alípio Ramos, J. B. Tanko
e Osvaldo Massaini Filmes
Música: Radamés Gnatalli
Fotografia: Edgar Eichhorn
Desenho de produção: Guilherme Teixeira
Edição: Hélio Barroso Neto

Filmado na Companhia Escola do Corpo de Fuzileiros Navais, na Ilha do Governador (Rio de Janeiro)
Lançado nos cinemas de São Paulo em 20 de abril de 1956 e no Cinema Plaza do Rio, em 20 de agosto de 1956


Canções: "Adeus Querido", de Eduardo Patané e Floriano Faissal, canta - Ângela Maria; "Mambo Havaiano", de Generoso, canta - Margot Morel; "Isto é Casamento", de Zé do Rancho, canta - Mazzaropi; "Dona do Salão", de Conde e Elpídio dos Santos, canta - Mazzaropi; "Trabalha Mané", de José Luiz e João da Silva, cantam – Os Cangaceiros

Elenco: Amácio Mazzaropi (O sapateiro José Ambrósio e Sargento Ambrósio José), Theresa Amayo, Roberto Duval, Pedro Dias, Gilberto Martinho, Wilson Grey, Daniel Filho, Francisco Dantas, Nazareth Mendes, Ingrid Frichtner, Agildo Ribeiro, Alberto Pérez, Francisco Colonese, Mario Campioli Jr., Moacyr Deriquém, Nick Nicola, Pato Preto, Ricardo Luna, Domingos Terras, João Péricles, Hélio Ansaldo, María Belmar, Luiz de Barros (Almirante), Ângela Maria, Margot Morel, Banda dos Fuzileiros Navais Os Cangaceiros e Domingos Terras

Sinópse: José Ambrósio é um modesto sapateiro que entra para o Corpo de Fuzileiros Navais para agradar ao pai da namorada, um sargento reformado. Mas, mole do jeito que é, o caipira José Ambrósio passa a ter problemas com o sargento-instrutor. Para complicar ainda mais, surge Ambrósio José, seu irmão gêmeo e sargento do Corpo de Fuzileiros Navais. O recruta atrapalhado é confundido com seu irmão, transformando o quartel numa bagunça total.

 

O NOIVO DA GIRAFA - 1957

Ficha Técnica:

Título original: Noivo da Girafa
Gênero: Comédia
Duração: 92 min.
Lançamento (Brasil): 1957
Estúdio: Estúdio cinematográfico da TV-Rio Cinelândia Filmes
Regravação e Mixagem: Estúdio da Vera Cruz, São Bernardo do Campo, SP
Direção: Victor Lima
Assistente de direção: Oscar Nelson
Roteiro: Victor Lima
Produção: Oswaldo Massaini, Cinelândia Filmes e Cinedistri
Produtor associado: Alípio Ramos e Eurides Ramos
Direção de produção: Alípio Ramos - Assistente de produção: João Macedo
Música: Radamés Gnatalli
Fotografia: Hélio Barrozo Neto
Assistente de câmera: Hélio Costa
Sonografia: Marcelo Barbosa
Assistente de som: Paulo Roberto
Edição: Hélio Barrozo Neto

Canções: "Cabra Chico" (José Luís, Vivaldo Medeiros e Juca), com Mazzaropi; "A Saudade Ficou" (música tradicional com texto de Alípio Ramos), com Mazzaropi; "Chuva Bendita" (Elpídio dos Santos e Conde), com Mazzaropi

Elenco: Mazzaropi (Aparício Boamorte), Glauce Rocha (Inesita), Nieta Junqueira (Xantipa), Roberto Duval (poeta), Manoel Vieira, Celeneh Costa, Francisco Dantas, Palmerim Silva, Arnaldo Montel, Benito Rodrigues, Joyce de Oliveira, Pachequinho,
Armando Nascimento, Carlos Duval, Walter Moreno, Ferreira Leite, Waldir Maia, José Silva, Vera Lúcia (Aninha), Zulmira Aguiar e João Macedo

Sinópse: A história das confusões vividas por Aparício Boamorte que trabalha no Jardim Zoológico e tem uma girafa como confidente para desabafar as broncas que leva de todas as pessoas com quem se relaciona.

 

CHICO FUMAÇA - 1958

Ficha Técnica:

Título original: Chico Fumaça
Gênero: Comédia
Duração: 96 min.
Lançamento (Brasil): 1958
Estúdio: Cia Vera Cruz - São Paulo
Distribuição: Unida Filmes e Cinedistri
Direção: Victor Lima
Assistente de direção: Oscar Nelson
Roteiro: Victor Lima
Argumento: Alípio Ramos
Produção: Oswaldo Massaini, Cinelândia Filmes e Cinedistri
Produtor associado: Alípio Ramos
Assistente de produção: João Macedo
Música: Radamés Gnatalli
Fotografia: Hélio Barrozo Neto
Assistente de câmera: Hélio Costa
Desenho de produção: Irineu Fernandes
Contra-regra: Alexandre Alencastro
Sonografia: Albertro Vianna
Coreografia: Tito Williams
Edição: Hélio Barrozo Neto

Números musicais: "Onde Ela Mora" (Getúlio Macedo e Lourival Faissal) com Cauby Peixoto; "Saudade da Bahia" (Dorival Caymmi) com o Trio Nagô; "Nova Ilusão" (Luiz Bittencourt e José Menezes) com Neusa Maria; "Agora é Cinza" (Alcebíades Barcelos e Armando Vieira Marçal) com Mara Abrantes; "Linda Flor" (Henrique Vogeler, Luiz Peixoto e Marques Porto) com Zezé Gonzaga
"Toca Sanfoneiro" (...), com Mazzaropi

Elenco: Mazzaropi (Chico Fumaça), Nancy Montez (Verinha Vogue), Carlos Tovar (Doutor Japércio Limoeiro), Wilson Grey (Didu, assessor do dr. Limoeiro), Celeneh Costa (Inocência), Roberto Duval (Prefeito), Grace Moema (Dona Marcelina), Joyce de Olivieira (esposa do doutor Limoeiro), Arnaldo Montel (Raposo), Suzy Kirby (turista americana), Grijó Sobrinho (Maestro da banda), Domingos Terras (Sr. Elias), Older Cazarré (cabo eleitoral), Carlos Costa (Honório Honorato), Amadeu Celestino (Vice-prefeito), Moacir Deriquén, Altair Vilar, José Silva, Ferreira Leite, Generoso, Chiquinho, Carlos Henrique e Cauby Peixoto

Sinópse: Tranqüilo caipira passava suas tardes vendo os trens passarem. Um dia evita, com o risco da própria vida, um acidente ferroviário: torna-se herói, entra para a política, consegue conquistar todas as mulheres do mundo... Vai para a cidade grande, onde esquecerá sua terra e seu primeiro grande amor.

 

CHOFER DE PRAÇA - 1958

Ficha Técnica:

Título original: Chofer de Praça
Gênero: Comédia
Duração: 97 min.
Lançamento (Brasil): 1958
Estúdio: Estúdios da Vera Cruz
Distribuição: Sino Filmes
Direção: Milton Amaral
Argumento: Amácio Mazzaropi
Roteiro: Carlos Alberto Souza Barros
Diálogos: Amácio Mazzaropi e José Soares
Produção: Felix Aidar e Produções Amácio Mazzaropi - PAM Filmes
Música: Hector Lagna Fietta
Fotografia: Rodolfo Icsey
Desenho de produção: Geraldo Ambrosio
Edição: Lucio Braun e Gilberto Costa
Continuidade: J. Carlos Ferrarezi

Canções: "Se Alguém Telefonar", de Alcir Pires Vermelho e Jair Amorim, canta - Lana Bittencourt - Colúmbia; "Onde Estará Meu Amor", de Rina Posce, canta – Agnaldo Rayol; "Izabel Não Chores", de Bolinha, canta - Mazzaropi - Chantecler

Elenco: Amácio Mazzaropi (Zacarias, vulgo Caría), Geny Prado (Augusta), Ana Maria Nabuco (Iolanda), Carmem Morales (Rita), Maria Helena Dias (noiva rica), Roberto Duval (pai da noiva rica), Celso Faria, Marlene Rocha, Nina Marques, Nena Viana,
Benedito Lacerda, Jota Neto, Biguá, José Soares, Luiz Orioni, Reinaldo Martini, Cavagnole Neto, Vic Marino, Robertinha, Bolinha, José Miranda, Joel Cardoso, Hamilton Saraiva, Elpídio dos Santos, Sebastião Barbosa, Joel Mellin, Genésio Cesar, Rubens Assis, Clenira Michel, Nadir Leite, Cidoca, Dhalia Marcondez, Julieta Faya, Olinda Fernandez, Lola Garcia, Agnaldo Rayol e Francis Ramos

Sinópse: Zacarias e a mulher vão à cidade para ajudar o filho que quer ser médico. O Jeca vai trabalhar como chofer de táxi.

 

JECA TATU - 1959

Ficha Técnica:

Título original: Jéca Tatú
Gênero: comédia
Duração: 95 min.
Lançamento (Brasil): 1959
Distribuição: Unida Filmes
Direção: Milton Amaral
Roteiro: Milton Amaral
Argumento: Amácio Mazzaropi
Produção: PAM Filmes
Diretor de produção: Felix Aidar
Música: Hector Lagna Fietta
Fotografia: Rodolfo Icsey
Câmera: George Pfister
Foco: Marcial Alfonso
Assistente de fotografia: Hector Femenia
Fotógrafo de cena: José Amaral
Engenheiro de som: Ernest Hack e Constantino Warnowsky
Continuista: José Soares
Edição: Mauro Alice

Canções: "Ave Maria", samba-canção de Vicente Paiva e J. Redondo, canta Lana Bittencourt, gravado em disco Colúmbia; "Tempo Para Amar", rock de Fred Jorge e Mário Genari Filho, cantam Tony Campello e Cely Campello; "Estrada do Sol", samba-canção de Antonio Carlos Jobim e Dolores Duran, canta Agnaldo Rayol, gravado em disco Copacabana; "Fogo no Rancho", de Elpídio dos Santos e Anacleto Rosa, canta Mazzaropi; "Pra Mim o Azar é Festa", de João Izidoro Pereira e Ado Benatti, canta Mazzaropi

Elenco: Mazzaropi (Jeca), Geny Prado, Roberto Duval, Nicolau Guzzardi, Nena Viana, Marlene França, Francisco de Souza, Miriam Rony, Marlene Rocha, Pirolito, Marthus Mathias, Hamilton Saraiva, José Soares, Hernani Almeida, Homero Souza Campos, Eliana Wardi, Marilú, Galampito, Augusto Cezar Ribeiro, Argeu Ferrari, Claudio Barbosa, Agnaldo Rayol, Humberto Barbosa, Newton Jaime S. Amadei e Cely Campello

Sinópse: Jeca é um caipira priguiçoso e simplório que tem sua propriedade ameaçada pela ganância de um latifundiário.

 

AS AVENTURAS DE PEDRO MALASARTES - 1960

Ficha Técnica:

Título original: As Aventuras de Pedro Malazartes
Gênero: Comédia
Duração: 90 min.
Lançamento (Brasil): 1960
Distribuição: PAM Filmes
Direção: Amácio Mazzaropi
Assistentede direção: Agostinho Martins Pereira
Argumento: Galileu Garcia
Roteiro: Osmar Porto e Marcos Cézar
Produção: Amácio Mazzaropi e PAM Filmes
Música: Hector Lagna Fietta
Sonografia: Marcelo Primavera
Fotografia: Rodolfo Icsey
Operador de câmera: George Pfister
Desenho de produção: Franco Ceni
Continuidade: José Soares
Edição: Máximo Barro

Estúdios filmagem de Vera Cruz (SP) e locações em Itu, interior de SP e laboratório imagem Rex Filmes

Canções: "Além" de Sidney Morais e Edson Borges, canta - Lana Bittencourt; "Meu Cabelo" e "Maçanico" de Paixão Cortes e Barbosa Lessa, canta - Conjunto Farroupilha; "Sem Destino" de Claudio de Barros e Jucata, canta - Claudio de Barros; "Coração Amigo" e "Meu Defeito", de Elpídio dos Santos e Zé do Rancho, canta - Mazzaropi

Elenco: Amácio Mazzaropi (Pedro Malasartes), Geny Prado, Genésio Arruda, Dorinha Duval, Benedito Liendo, Nena Viana, Alvim Fernandes, Kleber Afonso, Nicolau Guzzardi, Noemia Marcondes, Augusto Machado de Campos, Oswaldo de Barros, Lourdes Lambert, Ernani de Almeida, Hermes Câmara, Wilson Rodrigues, Araken de Oliveira, Maury Viveiros, Maria de Lourdes, Marthus Mathias,
Bonfiglio Campagnoli, Irene Kranis, Cecília Arantes Freitas, Marry Carlos, Francisco Souza, Hamilton Saraiva, José Soares,
Penacho, Ventura Ferreira, Lana Bittencourt, Conjunto Farroupilha, Claudio de Barros, João Batista de Souza, Péricles de Almeida, Walter Fernandes, Paulo Roberto Felice, José Antonio Pinto Arantes e Durval Cézar Sampaio

Sinópse: Pedro Malazartes, ao chegar em sua casa na fazenda, recebe a notícia de que seu pai havia falecido. Caipira humilde e inocente, Pedro é enganado pelos seus irmãos: um toma posse de todo o gado e dinheiro e o outro da fazenda. Sem nada do que reclamar, Pedro deixa a fazenda levando somente um ganso, um tacho velho e umas poucas roupas. Pelo caminho, acaba sendo acompanhado por uma porção de crianças abandonadas. Atrapalhado e de coração mole, começa a aplicar pequenos golpes para conseguir dinheiro.

 

ZÉ DO PERIQUITO - 1960

Ficha Técnica:

Título original: Zé do Periquito
Gênero: Comédia
Duração: 100 min.
Lançamento (Brasil): 1960
Distribuição:
Direção:
Amácio Mazzaropi
Co-diretor: Ismar Porto
Argumento: Amácio Mazzaropi
Roteiro: Ismar Porto
Produção: PAM Filmes
Música: Hector Lagna Fietta
Fotografia: Rodolfo Icsey
Câmera: Geraldo Gabriel
Cena: José Amaral
Foco: Marcelo Primavera
Gerente: Antonio B. Tomé
Assistente: Benedito Marins
Sonografia: Constantino Warnowsky
Gravação: Ernest Hack
Desenho de produção: Pierino Masenzi
Eletricista: Girolano Bruno
Maquinista: Martino Martini
Edição: Máximo Barro

Estúdio filmagem da Vera Cruz (São Bernardo do Campo/SP)

Canções: "Passe a Viver", letra e música de Heitor Carillo, cantam Hebe Camargo e Agnaldo Rayol; "Gostoso Mesmo é Namorar", letra e música de Heitor Carillo, cantam Cely Campello, George Freedman, Paulo Molin, Tony Campello e Carlão; "Saudade me Deixa", letra e música de Bolinha, canta Mazzaropi; "Jóia do Sertão", letra e música de Elpídio dos Santos, canta Mazzaropi

Elenco: Amácio Mazzaropi, Geny Prado, Roberto Duval, Nena Viana, Carlos Garcia, Amélia Bittencourt, Augusto César Ribeiro, Maria Helena Dias, Eugênio Kusnet, Ida Barros, Genésio Arruda, Marlene Rocha, Amilton Saraiva, Anita Sorrento, Argeu Ferrari,
Ely Nida, Carlão, Irma Rodrigues, Faria Magalhães, Maria Luiza, Hermes Câmara, Jacira Sampaio, José Soares, Monica Waleska, Kleber Afonso, Noemia Marcondes, Marcelo Bitencourt, Olinda Fernandes, Natal Sauba, Sonia Fernandes, Orlando Juliane, Reinaldo Restivo, Agnaldo Rayol, Cely Campello, George Freedman, Hebe Camargo, Paulo Molin e Tony Campello

Sinópse: Pobre Jardineiro de colégio secundáro grã-fino se apaixona por uma das estudantes. Esse romance impossível será o responsável pelas mais variadas encrencas e situações engraçadas.

 

TRISTEZA DO JECA - 1961

Ficha Técnica:

Título original: Tristeza do Jeca
Gênero: Comédia
Duração: 95 min.
Lançamento (Brasil): 1961
Distribuição: PAM Filmes
Direção: Amácio Mazzaropi
Roteiro: Milton Amaral
Argumentos: Amácio Mazzaropi
Produção: Amácio Mazzaropi e PAM Filmes
Música: Hector Lagna Fietta
Fotografia: Rodolfo Icsey
Eastmancolor: Osvaldo C. Kenemy
Câmera: Marcelo Primavera
Sonografia: Erico Rasmusen
Assistente Sonografia: Constantino Warnowski
Microfonista: Miguel Segatto
Desenho de produção: Silvio Dreos
Edição: Mauro Alice
Lançamento no Art Palácio e circuito em 30 de outubro de 1961.
O filme foi produzido na Fazenda Santa em Taubaté, interior de São Paulo, com equipamentos alugados da Cia Vera Cruz

Canções: "Tristeza do Jeca" de Angelino de Oliveira, canta Mazzaropi; "A Vida Vae Melhorá" de Heitor Carillo, canta Mazzaropi; "Sopro do Vento" de Elpídio dos Santos, canta Mazzaropi; "Ave Maria do Sertão" de Pedro Muniz e Conde, canta Agnaldo Rayol; "Anchieta", dobrado, com Mário Zan; "Gostozo", maxixe, com Messias Garcia

Elenco: Amácio Mazzaropi (Jeca), Geny Prado, Roberto Duval, Maracy Melo, Nicolau Guzzardi, Anita Sorrento, Eugenio Kusnet,
Gilda Monte Alto, Augusto Cesar Vanucci, Eucaris Moraes, Genésio Arruda, Irma Rodrigues, Carlos Garcia, Francisco de Souza, Mario Benvenutti, Edgar Franco, João Batista de Souza, Viana Junior, Durvalino Souza, João Mansur, Augusto César Ribeiro, Selmo Ferreira Diniz, Nilson Sbruzzi, Antonio Tomé, Agnaldo Rayol, Mário Zan, Antônio F. Valêncio (domador), Guiomar Brandão (Toureiro), Tico-Tico (Toureiro), Carrapicho (Toureiro), Gaúcho (Toureiro) e Perereca (Toureiro)

Sinópse: Dois coronéis disputam apoio político do Jeca, que tem uma bela e ingênua filha querendo casar. Jeca faz com que pensem que ambos os políticos têm seu apoio.

 

O VENDEDOR DE LINGÜIÇA - 1962

Ficha Técnica:

Título original: O Vendedor de Linguiça
Gênero: Comédia
Duração: 95 min.
Lançamento (Brasil): 30/04/1962 (segunda-feira) no Art Palácio e Bandeirantes
Direção: Glauco Mirko Laurelli
Roteiro: Milton Amaral
Argumento: Amácio Mazzaropi
Produção: Amácio Mazzaropi e PAM Filmes
Música: Hector Lagna Fietta
Sonografia: Alexandre Warnowsky
Fotografia: Rodolfo Icsey
Desenho de produção: Silvio Dreos
Edição: Mauro Alice

Canções: "O Linguiceiro" e "Mocinho Lindo" de Elpídio dos Santos, canta - Mazzaropi; "Olhar de Saudade" de Pery Ribeiro, Geraldo Cunha e Laerte Vieira, canta - Pery Ribeiro; "Não Ponha a Mão" de Mult, Arnô Canegel e Bucy Moreira, canta - Elza Soares; "Poema do Adeus" de Luiz Antonio, canta - Miltinho

Elenco: Amácio Mazzaropi, Geny Prado, Roberto Duval, Ilena de Castro, Carlos Garcia, Maximira Figueiredo, David Neto, Maria Helena Rossignolli, Hamilton Fernandes, Anita Sorrento, Augusto Machado de Campos, Olinda Fernandes, Reinaldo Martini, Nena Viana, Francisco Souza, José Soares, Edgar Franco, Antonio Tomé, Pery Ribeiro, Elza Soares e Miltinho

Sinópse: História de um vendedor de linguiça, um homem simples às voltas com problemas de ordem familiar, adaptação ao meio e outros "bichos".

 

CASINHA PEQUENINA - 1963

Ficha Técnica:

Título original: Casinha Pequenina
Gênero: Comédia
Duração: 95 min.
Lançamento (Brasil): 1963
Direção: Glauco Mirko Laurelli
Roteiro: Milton Amaral
Adaptação: Mara Lux
Argumentos: Péricles Moreira e Amácio Mazzaropi
Produção: PAM Filmes, Amácio Mazzaropi e Edson Lopes
Música: Hector Lagna Fietta
Fotografia: Rodolfo Icsey
Fotógrafo de cena: Valentim Cruz
Câmera: Geraldo Gabriel
Engenheiro de som: Ernest Hack, Constantino Warnowsky
Desenho de produção: Pierino Massenzi
Edição: Mauro Alice
Chefe eletricista: Vitalino Muratori
Maquinista: Martino Martini
Continuista: John Doo

Equipamentos alugados da Cia Cinematográfica Vera Cruz. O filme foi produzido nos estúdios da Fazenda Santa, em Taubaté/SP, e com locações na cidade de Itú/SP

Canções: "A Dor da Saudade", de Elpídio dos Santos, canta Mazzaropi; "Último Lamento" de Elpídio dos Santos, canta Edson Lopes; "Casinha Pequenina", de Elpídio dos Santos, arranjo da letra de José Isaú Pedro, canta Mazzaropi.

Elenco: Amácio Mazzaropi (Chico), Geny Prado (Fifica), Roberto Duval (Coronel Pedro), Tarcísio Meira (Nestor), Edgard Franco (capataz e capanga Pulso de Ferro), Guy Loup (Esther), Luis Gustavo (Bento), Marly Marley (Carlota), Marina Freire (Josefina), Astrogildo Filho, Ingrid Tomas, Abilio Marques, João Batista de Souza, Edgard de Lima, Alcides Oliveira, Durvalino de Souza, Daniel Paulo Nasser, Edson Lopes, Machadinho e Victor Gonçalves e suas Mulatas

Sinópse: Um rico fazendeiro, na época do Brasil Império, é chantageado por uma dama. Para se livrar dela, envolve os pobres colonos em trama diabólica.

 

O LAMPARINA - 1964

Ficha Técnica:

Título original: O Lamparina
Gênero: Comédia
Duração: 104 min.
Lançamento (Brasil): 1963 
Direção: Glauco Mirko Laurelli
Assistente de direção: Martino Martini
Argumento: Carlos Garcia
Produção: Amácio Mazzaropi e PAM Filmes
Música: Hector Lagna Fietta
Sonografia: Constantino Warnowsky
Microfonista: Alexandre Warnowsky
Assistente: Miguel Segatio
Fotografia: Rodolfo Icsey
Câmera: Marcelo Primavera
Assistente: Rosalvo Caçador
Foco: Osvaldo Oliveira
Still: José Amaral
Desenho de produção: Pierino Masenzi
Edição: José R. Milani
Continuista: José Darcy (David) Cardoso

Canções: "Alma Solitária" e "O Lamparina do Nordeste" de Elpídio dos Santos, canta Mazzaropi

Elenco: Amácio Mazzaropi (Bernardino Jabá), Geny Prado (Marcolina Jabá), Manoel Vieira, Zilda Cardoso, Astrogildo Filho,
Anamaria Guimarães, Francisco Souza, Rosemary Wong, Emiliano Queiroz, Carla Diniz, Agostinho Toledo, Ademir Rocha, Carlos Garcia, João Batista de Souza, David Cardoso, Rafael Tena, Kleber Afonso e Miguel Segatio

Sinópse: Cansada de São Paulo, família de caipiras emigra para o nordeste das caatingas, do cangaço, das seca e da violência. Tentam arrumar um emprego onde são confundidos com cangaçeiros e e são perseguidos pela polícia.

 

MEU JAPÃO BRASILEIRO - 1964

Ficha Técnica:

Título original: Meu Japão Brasileiro
Gênero: Comédia
Duração: 102 min.
Lançamento (Brasil): 1964
Direção: Glauco Mirko Laurelli
Roteiro: Amácio Mazzaropi
Produção: Amácio Mazzaropi e PAM Filmes
Música: Hector Lagna Fietta
Engenheiro de som: Ernest Hack
Técnico de som: Juarez Dagoberto Costa
Fotografia: Rodolfo Icsey
Câmera: Geraldo Gabriel
Foco: Rosalvo Caçador, Marcelo Primavera, Oswaldo de Oliveira
Assistentes: Carlos Garcia, Cláudio Maria
Edição: Glauco Mirko Laurelli
Continuista: José Darcy (David) Cardoso

Estúdio de filmagem da Cia Cinematográfica Vera Cruz
Rodado na Fazenda Santa em Taubaté - Estado de São Paulo

Canções: "Assim é a Quadrilha", de Mário Zan e Messias Garcia, canta - Mazzaropi; "Ingratidão", de Elpídio dos Santos, canta - Mazzaropi; "Canção das flores", de Heitor Carillo, canta - Rosa Pardini

Elenco: Amácio Mazzaropi (Fofuca), Geny Prado (Magnólia), Célia Watanabe (nissei), Zilda Cardoso (professora), Carlos Garcia, Reynaldo Martini, Adriano Stuart, Elk Alves, Francisco Gomes, Judith Barbosa, Bob Junior, Ivone Hirata, Luiz Tokio, David Cardoso, Adriano Stuart, Luzia Yoshigumi, João Batista de Souza (o menino), Maria Helena A. Corrêa, Agostinho Ribeiro, Luiz Carlos Antunes, Francisco Bayo, Denise Duval, Armando Raquino, Cley Militello, Durvalino S. de Souza, Cleide Binoto, Rosalvo Caçador, Luiz Rossini, Nelson Pio, Waldemar Salgado, Araif David, Massaqui Watanabe, Antonio Kazuo, Akira Matsuyama, Aristide Marques, Cleusa Maria e Humberto Militello

Sinópse: O filme mostra um Jeca quase urbano, com muita ação e a cultura japonesa pontuando tudo.

 

O PURITANO DA RUA AUGUSTA - 1965

Ficha Técnica:

Título original: O Puritano da Rua Augusta
Gênero: Comédia
Duração: 102 min.
Lançamento (Brasil): 1965
Direção: Amácio Mazzaropi
Assistente de direção: John Doo
Roteiro: Alvim Barbosa (colaboração)
Argumentos: Amácio Mazzaropi
Produção: PAM Filmes
Música: Hector Lagna Fietta
Fotografia: Giorgio Attili
Câmera: Geraldo Gabriel
Assistente de câmera: Rosalvo Caçador
Foquista: Maciel Afonso Fraga
Engenheiro de som: Constantino Warnowsky
Assistente de som: Alexandre Warnowsky
Edição: Mauro Alice
Continuidade: Adalberto Pena

Interiores rodados na Fazenda Santa - Taubaté

Canções: "Sou Mais Eu"- Let Kiss (sic), de Nazareno de Brito, canta - Mazzaropi; "O Neguinho e a Senhorinha",de Noel Rosa e Abelardo da Silva, canta - Elza Soares; "Você Fugiu da Escola", de Dora Lopes e Gilberto Lima, canta - Claudio Guimarães; "Hino dos Ciprianistas", de Elpídio dos Santos

 

Elenco: Amácio Mazzaropi (Pundoroso), Marly Marley (Carmem), Marina Freire (Raimunda), Elisabeth Hartman (Filomena), Edgard Franco (filho de Pundoroso), Henricão (empregado da casa), Gladys, Julia Kovacs, Darla, Marlene Rocha, Carlos Garcia, Zéluiz Batista Pinho, Claudio Maria, Augusto César Ribeiro, Aristides M. Ferreira, Cleusa Maria, Etelvina dos Santos, Humberto Militello, Durvalino Simões, Sonia Maria dos Santos, João Batista de Souza e Celso F. Guizard

Sinópse: Rico Industrial, puritano e rígido, apegado às convenções e aos escrúpulos, entra em choque com os própios filhos, visto que estes contrariam suas idéias antiquadas, levando uma vida à folgaça, entre jogos, danças e passeios. sua esposa tambem passa os dias entre reuniões fúteis e chás beneficeientes, descuidando da casa. Essa situação leva o puritano a um trauma psíquico e um ataque, depois do qual o velho passa a agir estranhamente.

 

O CORINTIANO - 1966

Ficha Técnica:

Título original: O Corintiano
Gênero: Comédia
Duração: 98 min.
Lançamento (Brasil): 1966
Direção: Milton Amaral
Assistente de direção: Livio Norbert Spiegler, Pena Filho
Roteiro: Milton Amaral
Produção: PAM Filmes S.A
Música: Hector Lagna Fietta
Engenheiro de som: Constantino Warnowsky
Microfonista: Agostinho Souza
Recordista: Flavio B. Corrêa
Fotografia: Rodolfo Icsey
Câmera: Geraldo Gabriel
Assistente de câmera: Rosalvo Caçador, Gyula Holozvary
Edição: Máximo Barro
Assistente de montagem: Henrique Magalhães
Desenhos de animação: Marcelo G. Tassara, J. G. Carvalho
Narração esportiva: Pedro Luiz
Comentários esportivos: Geraldo Bretas

Elenco: Mazzaropi (Mané), Elizabeth Marinho, Lucia Lambertini, Nicolau "Totó" Guzzardi, Carlos Garcia, Roberto Pirillo, Leonor Pacheco, Roberto Orosco, Augusto Machado de Campos, Xandó Batista, Francisco Gomes, Olten Ayres de Abreu, Gláucia Maria, Herta Hille, Ziara Freire, João Batista de Souza, Humberto Militello, Rogério Camara, Augusto César Ribeiro, Kapé, Claudio Maria e Eliza (chefe da torcida corintiana)

Sinópse: Um torcedor fanático entra em conflito com os filhos e os vizinhos "palestro-italianados".

 

O JECA E A FREIRA - 1967

Ficha Técnica:

Título original: O Jeca e a Freira
Gênero: Comédia
Duração: 102 min.
Lançamento (Brasil): 1967
Distribuição: Brasecran
Direção: Amácio Mazzaropi
Roteiro: Amácio Mazzaropi
Produção: PAM Filmes
Música: Hector Lagna Fietta
Sonografia: Juarez D. Costa
Fotografia: Rudolf Icsey
Desenho de produção: Pierino Massenzi:
Edição: Máximo Barro

O filme foi produzido na Fazenda Santa em Taubaté, interior de São Paulo

Canções: "Delírio Negro" de Elpídio dos Santos, canta Marita Luisi; "Jeca Magoado" de Elpídio dos Santos, canta Mazzaropi

Elenco: Amácio Mazzaropi, Geny Prado, Maurício do Valle, Elizabeth Hartman, Nello Pinheiro, Paulette Bonelli, Carlos Garcia, Izaura Bruno, Claudio R. Mechi, Denise Barreto, Ewerton de Castro, Elizabeth Marinho, Elsa de Castro, Henricão, Mafalda Moura, João Batista de Souza, Maritza Luizi, Roberto Pirillo, Telcy Perez, Tony Cardi, Wilson Luisi e Sheila Greto

Sinópse: Numa fazenda do interior do Brasil, no século XIX, um senhor de terras responsabiliza-se pela educação da filha de um dos seus colonos, a ela afeiçoando-se como se fosse sua própria filha. Anos mais tarde, quando a jovem regressa do colégio, em companhia de uma freira, o despótico fazendeiro tudo faz para que ela não reconheça seus verdadeiros pais. Culta, educada e bonita, a moça atrai naturalmente a atenção dos rapazes da vizinhança, provocando a fúria do senhor. A freira é obrigada a intervir nos acontecimentos, tentando solucionar a situação criada entre as famílias do lugar, sobretudo com o pai, que não se conforma em separar-se da filha.

 

NO PARAÍSO DAS SOLTEIRONAS - 1968

Ficha Técnica:

Título original: No Paraíso das Solteironas
Gênero: Comédia
Duração: 95 min.
Lançamento (Brasil): 1968
Distribuição: PAM Filmes
Direção: Amácio Mazzaropi
Roteiro: Amácio Mazzaropi
Argumento: Orlando Padovan
Produção: Amácio Mazzaropi e PAM Filmes
Música: Hector Lagna Fietta
Sonografia: Flávio B. Correa
Fotografia: Pio Zamuner
Desenho de produção: José A. Vieira
Edição: Glauco Mirko Laurelli
Solos de violino: Elias Slon
Canção: "Minha Vaquinha" música e letra de Elpídio dos Santos
O filme foi produzido na Fazenda Santa em Taubaté, interior de São Paulo

Elenco: Amácio Mazzaropi, Geny Prado, Átila Iório, Iracema Beloube, Carlos Garcia, Wanda Marchetti, Renato Master, Elizabeth Hartman, Claudio Roberto Mechi, Adélia Iório, Domingos Terras, Elizabeth Barbosa, Yves Hublet, Gina Rinaldi, Tony Cardi, Judith Barbosa, Zequinha, Nena Viana, Quinzinho, Yaratan Lauletta, Pascoal Guida, Ademir Monezzi, Nilo Márcio, Cícero Liendo, Linda Fernandes, Elza Cleonice e Elsa de Castro

Sinópse: Um caboclo do interior resolve tentar a vida na cidade. No hotel onde se hospeda, é alvo de olhares indiscretos de algumas solteironas. Envolve-se em uma intriga com a dona do hotel, é colocado às voltas com uma quadrilha e um grupo de ciganos, mas tudo termina bem para ele.

 

UMA PISTOLA PARA D'JECA - 1969

Ficha Técnica:

Título original: Uma Pistola para Djeca
Gênero: Comédia
Duração: 90 min.
Lançamento (Brasil): 1969
Distribuição: PAM Filmes
Direção: Ary Fernandes
Assistente de direção: Adalberto Pena
Roteiro: Amácio Mazzaropi e Ary Fernandes
Argumento: Amácio Mazzaropi
Produção: Amácio Mazzaropi, Carlos Garcia e PAM Filmes
Música: Hector Lagna Fietta
Sonografia: Flávio B. Correa
Fotografia: Pio Zamuner
Desenho de produção: José A. Vieira
Edição: Glauco Mirko Laurelli
Filme produzido na Fazenda Santa, em Taubaté, interior de São Paulo

Canções: "Canção do Vento" de Paulo Kiko, canta - Silvana; "Confins do Meu Sertão" de Ademir Monezzi e Carlos Paschoalin, canta - Mazzaropi; "Catira" de Elpídio dos Santos, cantam - Os Caçulas e Afonso Barbosa

Elenco: Amácio Mazzaropi (Gumercindo), Patrícia Mayo (Eulália), Rogério Câmara, Wanda Marchetti, Paulo Bonelli, Yaratan Lauletta, Nello Pinheiro, Elizabeth Hartman, Rildo Gonçalves, Zaíra Cavalcanti, Carlos Garcia, Linda Fernandes, Antenor Pimenta, Nena Fernandes, Araken Saldanha, Claudio Roberto Mecchi, Domingos Terras, Durvalino Souza, Iragildo Mariano, Francisco Gomes, Luiz Homero, Milton A. Pereira, Tony Cardi e Tony Vieira

Sinópse: Gumercindo trabalha em uma fazenda e tem uma filha chamada Eulália. Esta é seduzida por Luiz, filho do fazendeiro coronel Arnaldo, que a engravida. Nove anos depois, a criança com o nome de Paulinho é alvo de fofocas dos colegas por não ter pai. Gumercindo pressiona seu patrão, cel. Arnaldo, para que exija o casamento de Luiz com Eulália, afim de resolver o problema do neto. Mas o fazendeiro é um homem sem escrúpulos, ladrão de gado e expulsa Gumercindo de suas terras. Este, então, une-se a fazendeiros vizinhos para o ajuste de contas. Luiz, prestes a casar-se com a filha do cel. Bezerra, é assassinado, recaindo as suspeitas sobre Eulália.

 

BETÃO RONCA FERRO - 1970

Ficha Técnica:

Título original: Betão Ronca Ferro
Gênero: Comédia
Duração: 100 min.
Lançamento (Brasil): 1970
Direção: Geraldo Afonso Miranda
Roteiro: Kleber Afonso e Tito de Miglio
Argumento: Amácio Mazzaropi
Produção: Amácio Mazzaropi e PAM Filmes
Música: Hector Lagna Fietta
Sonografia: Juarez D. Costa
Fotografia: Pio Zamuner
Desenho de produção: José A. Vieira 
Edição: Glauco Mirko Laurelli

Canções: "Tardes em Lindóia", de Zequinha de Abreu e Pinto Martins (Toada); "Em Busca da Paz", de Paulo Kiko e Elpídio dos Santos, canta - Mazzaropi ; "Sanfona da véia", de Brinquinho Brioso e Raul Torres, canta - Mazzaropi

Elenco: Amácio Mazzaropi, Geny Prado, Roberto Pirillo, Dina Lisboa, Araken Saldanha, Dilma Lóes, Cláudio R. Mecchi, Yaratan Lauleta, Tony Vieira, Gilmara Sanches, Henricão, Ester Fonseca, Milton Pereira, Judith Barbosa, Reginaldo Peres, Kleber Afonso, Roberto Câmara, Linda Fernandes, Rogério Câmara e Carlos Garcia

Sinópse: O empregado de um cirquinho mambembe tem seu emprego ameaçado depois que sua filha se casa e deixa o espetáculo.

 

O GRANDE XERIFE - 1972

Ficha Técnica:

Título original: O Grande Xerife
Gênero: Comédia
Duração: 95 min.
Lançamento (Brasil): 1971
Distribuição: PAM Filmes
Direção: Pio Zamuner
Roteiro: Rajá de Aragão, Pio Zamuner
Argumento: Marcos Rey, Amácio Mazzaropi
Produção: Amácio Mazzaropi e PAM Filmes
Música: Hector Lagna Fietta
Fotografia: Pio Zamuner
Desenho de produção: Antônio Pimentel
Edição: Roberto Leme
Supervisor montagem: Glauco Mirko Laurelli
Estreou em São Paulo a 24 de janeiro, em bom circuito.
O filme foi produzido na Fazenda Santa, em Taubaté, interior de São Paulo

Canções: "O Grande Xerife" de Paulo Kiko, canta - Mazzaropi; "Perguntei Para a Saudade" de Henricão, canta - Mazzaropi; participação especial do grupo folclórico Esticadinhos do Catanhede

Elenco: Amácio Mazzaropi (Inácio Pororoca), Patricia Mayo, Paulo Bonelli, Tony Cardi, Paulette Bonelli, Araken Saldanha,
Augusto César Ribeiro, Cláudio Roberto Mecchi, Jandira Camara, Gentil Rodrigues, Ester de Oliveira, Carlos Garcia, João Batista de Souza, Cavagnole Neto, Judith Barbosa, Rogerio Camara, Nena Viana, José Velloni, Linda Fernandes, Wanda Marchetti, José Matheus, Argeu Ferrari e Grupo Folclórico Esticadinhos de Cantanhede

Sinópse: O carteiro de uma cidadezinha do Oeste se envolve com uma quadrilha durante um assalto. O grupo mata o delegado e, por troça, nomeia o carteiro xerife. Mas este faz tantas trapalhadas que acaba desmascarando o chefe do bando e prendendo todos os malfeitores.

 

UM CAIPIRA EM BARILOCHE - 1973

Ficha Técnica:

Título original: Um Caipira em Bariloche
Gênero: Comédia
Duração: 100 min.
Lançamento (Brasil): 1972
Distribuição: PAM Filmes
Direção: Pio Zamuner, Amácio Mazzaropi
Roteiro: Pio Zamuner
Argumento: Amácio Mazzaropi
Produção: Amácio Mazzaropi e PAM Filmes
Música: Hector Lagna Fietta
Sonografia: Flávio B. Correa
Fotografia: Pio Zamuner
Desenho de produção: José A. Vieira
Edição: Mauro Alice
O filme foi produzido na Fazenda Santa em Taubaté, São Paulo, com locações externas na Argentina

Canções: "Todo Mundo Cantando" de Tony Danilo, canta - Paulo Sérgio; "Rio, Carnaval dos Carnavais" de Padeirinho, Nilton Russo e Moacir, canta - Elza Soares; "Guacira" de Hecket Tavares e Joracy Camargo, canta Mazzaropi; "Mi Buenos Aires Querida" de Carlos Gardel e Alfredo La Paia

Elenco: Amácio Mazzaropi (Polidoro), Beatriz Bonnet, Ivan Mesquita, Carlos Valone, Edgar Franco, Geny Prado, Maria Luiza Robledo, Analu Gracie, Fausto Rocha Jr, Judith Barbosa, Claudio Roberto Mecchi, Maria Quitéria, Carlos Garcia, Edgar Araújo, Elizabeth Barbosa, Nhô Tide, Suzy Dalle, Paulo Villa, Cavagnole Neto, Antônio Fernandes, Argeu Pereira, Iragildo Mariano,
Victor Gonçalves e as suas mulatas, Cláudia Serine, Alda Faria, Maria José, Paulo Sérgio e Elza Soares

Sinópse: Polidoro, um fazendeiro ingênuo e dono de muitas terras, é persuadido por seu genro e pela filha a vender a fazenda e mudar-se para a cidade. Acaba realmente vendendo a fazenda a um amigo do genro, Agenor, pessoa sem escrúpulos e vigarista, cuja esposa também é vítima de suas negociatas. Por meio de um ardil, Polidoro é levado a viajar para Bariloche em companhia de Nora, enquanto sua fazenda é vendida a terceiros através de negócio ilícito. Avisado a tempo, Polidoro regressa para desmascarar o genro que, a esta altura, já se desaveio com Agenor por questões de dinheiro, estabelecendo-se entre os dois violentas discussões. Com a chegada de Polidoro, os acontecimentos se precipitam e a verdade começa a surgir, não sem momentos de muita intriga e desbragado humor.

 

PORTUGAL... MINHA SAUDADE - 1973

Ficha Técnica:

Título original: Portugal... Minha Saudade
Gênero: Comédia
Duração: 100 min.
Lançamento (Brasil): 1973
Distribuição: PAM Filmes
Direção: Amácio Mazzaropi
Roteiro: Amácio Mazzaropi
Produção: PAM Filmes
Música: Hector Lagna Fietta
Sonografia: Flávio B. Correa
Fotografia: Pio Zamuner
Desenho de produção: José A. Vieira
Montagem: Roberto Leme
Edição: Ademir Francisco
Filmado em Taubaté, Coimbra, Fátima e Lisboa, Portugal

Canções: "Fim de Ano"; "Eu Sou Assim"; "Mangueira Minha Madrinha"; "Portugal Minha Saudade"

Elenco: Amácio Mazzaropi (Sabino), Gilda Valença, David Neto, Pepita Rodrigues, Fausto Rocha Jr, Elizabeth Hartman, Dina Lisboa, Ana Luiza Lancaster, Adelaide João, Júlio Cesar, Marília Gama e Ângela Maria

Sinópse: Sabino, português de nascimento, radicado no Brasil desde criança, tem um irmão gêmeo residente em Lisboa, que escreve convidando-o a ir a Portugal. Sabino, muito pobre, vive na casa de um filho casado, de favor, mas esconde essa situação do irmão e vai levando sua vidinha em companhia da mulher, vendendo frutas em um carrinho nas ruas de São Paulo. Seu jeito simples e suas maneiras de homem sem instrução, irritam Dona Pacheca, sogra de seu filho, que também mora na casa. Os dois têm constantes atritos, o que, com o tempo, cria uma situação insustentável. O filho, aconselhado pela mulher e pela sogra, interna seu pai em um asilo. Agostinho, o irmão de Sabino, chega inesperadamente e não se conformando com o internamento leva-o para Lisboa. Mas a saudade de tudo o que tinha aqui, inclusive de sua netinha, faz com que Sabino retorne ao lar.

O JECA MACUMBEIRO - 1974

Ficha Técnica:

Título original: O Jeca Macumbeiro
Gênero: Comédia
Duração: 87 min.
Lançamento (Brasil): Fevereiro de 1974
Distribuição: PAM Filmes
Direção: Pio Zamuner e Amácio Mazzaropi
Roteiro: Amácio Mazzaropi
Produção: Amácio Mazzaropi e PAM Filmes
Música: Hector Lagna Fietta
Sonografia: Flávio B. Correa
Fotografia: Pio Zamuner
Desenho de produção: José A. Vieira 
Edição: Inácio Araújo
O filme foi produzido na Fazenda Santa, em Taubaté, interior de São Paulo

Canções: "Luar do Sertão" de Catulo da Paixão Cearense, canta - Mazzaropi; "Tocando a Boiada" de Mazzaropi, cantam Miltinho e Messias; "Lavadeiras do Amor" de Hector Lagna Fietta e Carlos César

Elenco: Amácio Mazzaropi (Pirola), Gilda Valença (Dona Ingrácia), Jofre Soares (Coronel Januário), Selma Egrei (Filomena), Ivan Lima (Mário), José Mauro Ferreira (Zé), Maria do Rocio (Ester), Aparecida de Castro, Felipe Levy, Broto Cubano, Araken Saldanha, Jair Talarico, Pirolito, José Velloni, Miltinho e Messias

Sinópse: Pirola é um pobre caboclo que vive na fazenda do patrão, o coronel Januário, morando num casebre com o filho Zé. Sua filha, Filomena, é casada com Mário, filho do patrão. Um dia Pirola recebe surpreso a visita de um velhinho seu amigo, Nhonhô, que, sentindo-se na hora da morte leva-lhe de presente um saco com dinheiro até a boca. Ingênuo e transtornado, Pirola não sabe o que fazer com o dinheiro e acaba levando-o a seu patrão, confiando-lhe a fortuna. Januário, que, sem que ninguém saiba, está às portas da falência, utiliza um estranho estratagema, fazendo-se passar por um falso pai-de-santo. Através desse artifício é que tenta apropriar-se do dinheiro do pobre Pirola.

 

JECA CONTRA O CAPETA - 1975

Ficha Técnica:

Título original: Jeca Contra o Capeta
Gênero: Comédia
Duração: 95 min.
Lançamento (Brasil): Fevereiro de 1975
Distribuição: PAM Filmes
Direção: Pio Zamuner e Amácio Mazzaropi
Roteiro: Pio Zamuner e Gentil Rodrigues
Argumento: Amácio Mazzaropi
Produção: Amácio Mazzaropi e PAM Filmes
Música: Hector Lagna Fietta
Sonografia: Júlio P. Cabalar
Fotografia: Pio Zamuner
Desenho de produção: José A. Vieira
Edição: Walter Wanni
O filme foi produzido nos estúdios da PAM Filmes, onde hoje funciona o Hotel Fazenda Mazzaropi e o Museu Mazzaropi, em Taubaté, no interior de São Paulo

Canções: "Inspiração do Jeca" de Mazzaropi, Antonio dos Santos e Hector Lagna Fietta, canta - Mazzaropi; "Balada Para um Morto" de Hector Lagna Fietta

Elenco: Amácio Mazzaropi (Poluído), Geny Prado, Roberto Pirillo, Néa Simões, Fausto Rocha Jr, Rose Garcia, Jair Talarico, Leonor Navarro, Jorge Pires, Aparecida de Castro, José Mauro Ferreira, José Velloni, Carlos Garcia, Cavagnole Neto, Macedo Netto, Rui Elias, Luiz Carlos de Oliveira, Almerinda dos Santos, Peter Pan, Élcio Rosa, Agner e Wander

Sinópse: Jeca tem de enfrentar uma rica fazendeira que faz de tudo para ter o seu amor.

 

JECÃO... UM FOFOQUEIRO NO CÉU - 1977

Ficha Técnica:

Título original: Jecão... Um Fofoqueiro no Céu
Gênero: Comédia
Duração: 105 min.
Lançamento (Brasil): 06 de Junho de 1977
Distribuição: PAM Filmes
Direção: Pio Zamuner, Amácio Mazzaropi
Roteiro: Pio Zamuner, Amácio Mazzaropi
Produção: Amácio Mazzaropi e PAM Filmes
Música: Hector Lagna Fietta
Som: Ubirajara de Carvalho e Castro
Fotografia: Pio Zamuner
Desenho de produção: Amácio Mazzaropi
Edição: Mauro Alice
O filme foi produzido nos estúdios da Pam Filmes onde hoje existe o Hotel Fazenda Mazzaropi e o Museu Mazzaropi

Canções: "Carimbó no Céu" de Jerusalém, canta - Mazzaropi; "Bailado do Inferno" música de Hector Lagna Fietta, canta - Mazzaropi

Elenco: Amácio Mazzaropi (Jecão), Geny Prado (Cesariana), Paulo Greven (Martinho), Dante Ruy (Chico Fazenda), Gilda Valença (Margarida), Denise Delvechi (Jaqueline), Edgard Franco Robertão, Elizabeth Hartman (freira), João Paulo (Frederico), Leonor Navarro (Joly), Rose Garcia (anjo-da-guarda), Armando Paschoalim (São Pedro) Augusto César Ribeiro, André Luiz Toledo, José Velloni, Pirolito, Aron Jafte, Oswaldo Carmo, Jesuíno G. Santos, Sérgio Luiz Carvalho, Aparecido Ferrari, Dante Luiz, Paulo Castellari, Paulo Celso Toledo, Luiz Alberto Barros, Benedito Martins, Laudelino Teixeira, Genésio Carvalho, Argeu Ferrari, Ahio de Oliveira, Benice Dias Beline, Benedito Francisco Soares e Carlos Garcia

Sinópse: Jecão e seu filho Martinho vão a São Paulo receber o dinheiro que ganharam na loteria esportiva, e quando regressam à cidadezinha onde moram são festivamente recebidos. A fortuna desperta a cobiça de um fazendeiro da região, Chico Fazenda, que, com seus capangas, assalta Jecão e acaba por matá-lo. Por suas boas ações, Jecão vai para o céu, mas por duas vezes ludibria seu anjo protetor e volta à Terra para ajudar a prender seu assassino.

 

JECA E SEU FILHO PRETO - 1978

Ficha Técnica:

Título original: Jeca e Seu Filho Preto
Gênero: Comédia
Duração: 104 min.
Lançamento (Brasil): 1978
Distribuição: PAM Filmes
Direção: Pio Zamuner e Berilo Faccio
Roteiro: Rajá de Aragão
Argumentos: Amácio Mazzaropi
Produção: Amácio Mazzaropi e PAM Filmes
Música: Hector Lagna Fietta
Fotografia: Pio Zamuner
Edição: Walter Wanni
O filme foi produzido nos estúdios da PAM Filmes onde hoje existe o Hotel Fazenda Mazzaropi e o Museu Mazzaropi, em Taubaté, com cenas externas em São Luiz do Paraitinga, ambas no interior de São Paulo

Canções: "Despertar do Sertão" de Elpídio dos Santos e Pádua Muniz, canta Mazzaropi; "Maria do Mar" de Gilda Valença e Fernando Sanxo, canta Gilda Valença

Elenco: Amácio Mazzaropi (Zé), Geny Prado, Yara Lins, Carmen Monegal, David Neto, Elizabeth Hartman, Joanes Dandaró, Leonor Navarro, Denise Assunção, Henricão, Everaldo Bispo de Souza (Lobão), James Lins, Rose Garcia, Jair Talarico, José Velloni, Gilda Valença, Valter Mendonça Cris, Augusto César Ribeiro, João Paulo, José Luiz de Lima e André Luiz Toledo

Sinópse: Tímido, desajeitado e simplório, Zé (Mazzaropi) é pai de um rapaz misteriosamente negro, que namora a filha de um rico fazendeiro.

 

A BANDA DAS VELHAS VIRGENS - 1979

Ficha Técnica:

Título original: A Banda das Velhas Virgens
Gênero: Comédia
Duração: 100 min.
Lançamento (Brasil): 1979
Distribuição: PAM Filmes
Direção: Pio Zamuner e Amácio Mazzaropi
Roteiro: Amácio Mazzaropi e Rajá de Aragão
Produção: Amácio Mazzaropi e PAM Filmes
Música: Hector Lagna Fietta
Fotografia: Pio Zamuner
Desenho de produção: Amácio Mazzaropi
Edição: Walter Wanni
O filme foi produzido nos estúdios da PAM Filmes onde hoje existe o Hotel Fazenda Mazzaropi e o Museu Mazzaropi, em Taubaté, com cenas externas em Ubatuba, São Paulo

Canções: "Alegria de Viver" (toada) de Hector Lagna Fietta e Juvenal Fernandes, canta Mazzaropi

Elenco: Amácio Mazzaropi (Gostoso), Geny Prado, Renato Restier, André Luiz Toledo, Cristina Neves, Marcos Weinberg, Heloísa Raso, Gilda Valença, Denise Assunção, Aparecida Baxter, Paulo Pinheiro, Will Damas, Felipe Levy, José Velloni, Guiomar Pimenta, Carlos Garcia, Leonardo Camilo, Antonio Rod, Augusto César Gevara e Douglas Tadeu

Sinópse: O Caboclo Gostoso é o maestro de uma banda feminina formada unicamente por mulheres idosas e beatas. Orgulho da pequena cidade, a banda é amntida pelos donativos recolhidos pela igreja. Porem Gostoso se mete em confusões após encontrar um pequeno saco com jóias.

 

O JECA E A ÉGUA MILAGROSA - 1980

Ficha Técnica:

Título original: O Jeca e a Égua Milagrosa
Gênero: Comédia
Duração: 102 min.
Lançamento (Brasil): 29 de setembro de 1980, Porto Alegre/RS, circuito Real Vitória, Miramar
Distribuição: PAM Filmes
Direção: Pio Zamuner e Amácio Mazzaropi
Roteiro: Amácio Mazzaropi e Kleber Afonso
Argumentos: Amácio Mazzaropi
Produção: Amácio Mazzaropi e PAM Filmes
Música: Hector Lagna Fietta
Som: Norival Gonçalves de Moura
Fotografia: Pio Zamuner
Câmera: Virgílio Roveda
Assistente de câmera: Antonio Francisco Rovagnoli
Foco: Virgílio Roveda
Desenho de produção: Amácio Mazzaropi
Edição: Walter Wanni
Continuidade: Marta Salomão Jardini
O filme foi produzido nos estúdios da PAM Filmes, em Taubaté, SP, onde hoje ficam o Hotel Fazenda Mazzaropi e o Museu Mazzaropi.
32º e último filme de Mazzaropi, que chegou a preparar sua 33ª produção , "Jeca e Maria Tomba Homem", que, segundo consta, teria Tônia Carrero no elenco, mas veio a falecer em 13 de junho de 1981, sem iniciar as filmagens

Canções: "Minha Toada" de Dolores Duran e Edson França, canta Mazzaropi; "Sertão em Flor" de Crisósthomo Faria, cantam Danilo e Daniel

Elenco: Amácio Mazzaropi (Raimundo), Geny Prado, Turíbio Ruiz, Gilda Valença, Marcia Deffonso, Augusto César Ribeiro,
Roberval de Paula, Paulo Pinheiro, Francisco Tadeu Alves, André Luiz de Toledo, Wilson Damas, José Velloni, Guiomar Pimenta, José Minelli Filho e Júlio Cesar

Sinópse: Na caça aos votos, dois fazendeiros fazem de tudo para se elegerem prefeito numa cidade do interior. Os dois coronéis, Libório e Afonso, têm terreiros de umbanda e candomblé e utilizam os espaços para influenciar os moradores, arrebanhando fiéis para seus cultos e votos nas próximas eleições.Raimundo é amigo do coronel Afonso. O fazendeiro Libório tem em seu terreiro, como atração, uma égua a quem os fiéis atribuem poderes de cura. Os milagres feitos pela égua correm pela cidade e contribuem para indispor Afonso e Libório.

 

MAZZAROPI - O CINEASTA DAS PLATÉIAS - 2002

Ficha Técnica:

Direção: Luiz Otavio de Santi
Roteiro: Luiz Otavio de Santi
Gênero: Documentário
Origem: Brasil
Duração: 52 minutos
Tipo: Média-metragem/Direto para vídeo

Elenco: Genésio Arruda, Jean-Claude, Bernardet, Ewerton de Castro, Hebe Camargo, Galileu Garcia, Marly Marley, Carlos Massa, Amácio Mazzaropi e Geny Prado

Sinopse: Documentário sobre a vida e a obra do cineasta brasileiro Amácio Mazzaropi.

 

MÚSICAS

 

 

VÍDEOS

 

Mazzaropi - Filme "Sai da Frente" - 1952

Mazzaropi - Filme "Nadando em Dinheiro" - 1952

Mazzaropi - Filme "Candinho" - 1953

Mazzaropi - Filme "A Carrocinha" - 1955

Mazzaropi - Filme "O Gato de Madame" - 1956

Mazzaropi - Filme "Fuzileiro do Amor" - 1956

Mazzaropi - Filme "O Noivo da Girafa" - 1957

Mazzaropi - Filme "Chico Fumaça" - 1958

Mazzaropi - Filme "Zé do Periquito" - 1960

Mazzaropi - Filme "Tristeza do Jeca" - 1961

Mazzaropi - Filme "O Vendedor de Lingüiça" - 1962

Mazzaropi - Filme "O Lamparina" - 1964

Mazzaropi - Filme "Meu Japão Brasileiro" - 1964

Mazzaropi - Filme "O Jeca e a Freira" - 1967

Mazzaropi - Filme "Uma Pistola Para D'Jeca" - 1969

Mazzaropi - Filme "O Grande Xerife" - 1972

Mazzaropi - Filme "O Jeca e a Égua Milagrosa" - 1980

 

FOTOS

 

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FILMES

 

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